Doze policiais são afastados para investigação após operação que acabou com seis reféns mortos O governador do estado, Camilo Santana (PT), em entrevista coletiva nesta segunda-feira (10), afirmou que pretende acompanhar o caso de perto

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Pelo menos 12 policiais foram afastados após operação realizada contra o ataque a bancos em Milagres, localizada na Região Metropolitana do Cariri, no Ceará, que resultou na morte de 14 pessoas, 6 delas eram reféns, sendo cinco pernambucanos da mesma família, e 8 suspeitos de integrar o grupo de assaltantes. Os agentes devem atuar somente em processos administrativos da Polícia Militar até a conclusão das investigações sobre o caso.

A informação foi repassada pelo governador Camilo Santana (PT) em entrevista coletiva nesta segunda-feira (10). Ele afirmou que pretende acompanhar o caso de perto e que já recebeu em seu gabinete chefes da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) e da Controladoria Geral de Disciplina (CGD). A equipe de investigação contará com cerca de 40 agentes, segundo Camilo.

Camilo também informou que fez contato com os prefeitos de Milagres, onde aconteceu a tragédia, de Brejo Santo (CE) e Serra Talhada (PE), de onde eram os reféns mortos. Ele admitiu que foi infeliz em sua fala na sexta-feira (7) quando não levou em conta a presença de reféns mortos na operação. Na ocasião da declaração, Camilo foi questionado sobre o caso por um jornalista e respondeu que não sabia da existência de reféns e que era “estranho um refém de madrugada num banco”.

Ele afirmou que, no momento do pronunciamento, as informações que tinha eram de que os corpos ainda não teriam sido identificados. Camilo reiterou a solidariedade com as famílias dos mortos.

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