Defesa Civil orienta moradores do Floresta quanto áreas de risco na região

Além de serem orientados quanto aos riscos de permanecerem nas residências atingidas ou próximas das áreas afetadas, os moradores terão atendimento reforçado esta semana.
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A Secretaria de Defesa Civil apresentou aos moradores da comunidade do Floresta todo o trabalho de análise técnica feito nas áreas afetadas pelas chuvas de fevereiro. Na última terça-feira(8), os moradores tomaram conhecimento da demarcação dos trechos de risco remanescente, com imóveis temporariamente interditados. Além de serem orientados quanto aos riscos de permanecerem nas residências atingidas ou próximas das áreas afetadas, os moradores terão atendimento reforçado esta semana. Um posto avançado, com serviços da Defesa Civil e Assistência será instalado na localidade.

“Essa é mais uma etapa do trabalho intensificado que nossas equipes têm feito nas comunidades. É importante que as pessoas sejam esclarecidas sobre a conclusão das análises feitas pelas nossas equipes técnicas”, destacou o prefeito Rubens Bomtempo.

A medida visa agilizar o atendimento para o cadastro do Registro de Ocorrência (RO) com a solicitação de vistoria em imóveis e ainda, busca orientar a população quanto aos serviços de Assistência Social, direcionados para as pessoas que perderam ou tiveram as casas afetadas. Esse trabalho intensificado para atendimento à população começou a ser feito nesta segunda-feira (7), nas localidades do Vila Militar, Caxambu e seguirá hoje(9), para no Vila Felipe. Após o primeiro encontro com os moradores do Floresta, a região entra no cronograma de reforço dos atendimentos.

“Os postos avançados em muito agilizam o atendimento da população, que consegue de uma vez só os serviços da Defesa Civil e da Assistência Social”, pontuou o secretário de Defesa Civil, o Tenente Coronel Gil Kempers.

No Floresta foram registradas 108 ocorrências pelas ruas Floresta, Henrique Paixão, Alberto Martins, Dr. João Glass Veiga, Fabiano L. Percia Gomes e Norival Castro Gomes. Os moradores que tiveram que sair das residências buscaram casas de parentes, os pontos de apoio, estabelecidos nas escolas Duque de Caxias e Joaquim Deister, além de igrejas da região. Todas as pessoas recebem o suporte do Governo Municipal e com o posto avançado, quem ainda não buscou orientação em órgão público, será atendido.

“Esse atendimento é muito importante agora. Ficamos perdidos, sem saber o que fazer e com essas orientações conseguimos ficar mais tranquilos”, disse a moradora Adriana de Souza Ramos, que ficou acolhida na escola Duque de Caxias com sua filha após a casa ser afetada por deslizamento.

Durante a reunião na comunidade, a moradora Priscila Marinho Alves, tomou conhecimento que sua casa está em área de risco. Ela, o marido e a filha de 4 anos ainda estão na residência, que não foi diretamente afetada na última chuva. “Essas orientações são muito importantes, agora sei que preciso sair da minha casa, isso não é fácil, mas vou ter que buscar local seguro”, destacou a moradora.

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