Defesa Civil faz atividade para 100 crianças em Araras

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Cerca de 100 crianças da Escola Paroquial Santa Bernardete, em Araras, participaram das atividades do Defesa Civil nas Escolasnesta segunda-feira (18.03). Os alunos do terceiro ao quinto ano da instituição de ensino brincaram com o jogo da turma do Pedrinho –que ensina de forma lúdica as medidas adotadas em casos de emergência. Até o final do semestre cada turma vai desenvolver emsala de aula trabalhos com as ameaças de inverno: incêndios florestais, estiagem e educação ambiental, que abrange o bem-estaranimal. Até o fim desta semana, os agentes realizam o mesmo trabalho em outras cinco escolas.

“É fundamental que cada instituição abrace o Defesa Civil nas Escolas e entenda a importância de trabalhar esses temas em salade aula. Os alunos são multiplicadores daquilo que aprendem e podem transformar o futuro da nossa cidade”, destaca o prefeitoBernardo Rossi, ressaltando que a medida é a principal aposta da prefeitura na redução do risco de desastres.

Coberta por extensas áreas de Mata Atlântica, a região de Araras possui relevo bastante montanhoso e coberta de verde. Duranteo inverno, o local sofre com as queimadas, que causam um impacto bastante negativo na natureza. A elemento focal da EscolaParoquial Santa Bernardete, Thamires Larentes, conta que um incêndio florestal próximo da instituição no ano passado prejudicou asaulas por conta da fumaça.

“Também é comum a soltura de balões, então a gente sempre ressalta os problemas causados por essas práticas para os nossosalunos. É importante que a gente faça esse trabalho, ao lado da Defesa Civil, para que no futuro as crianças tenham a consciência deque a queimada é uma coisa muito ruim, que prejudica o planeta”, disse Thamires.

O calendário prevê ainda ações na Escola Municipal Duque de Caxias, no Quissamã, nesta terça-feira; no Colégio Santa Catarina e na Creche São José do Itamarati, na Montecaseiros, na quarta; na Escola Municipalizada Pedro Amado, na Serra Velha, na quinta; e encerrando a programação da semana na Escola Sesi, no Bingen, na sexta. Segundo o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias, coronel Paulo Renato Vaz, a expectativa é superar a quantidade desenvolvidos em comparação com o ano passado, quando foram 170 atividades entregues.

“Quanto mais as escolas participarem, melhor vai ser o resultado para o futuro da cidade. Precisamos trabalhar desde a infânciaa percepção de riscos para minimizarmos as consequências de desastres”, frisa o secretário de Defesa Civil, coronel Paulo RenatoVaz.

Paralelo à presença dos agentes, as escolas seguem elaborando seus próprios trabalhos. Assim como no ano passado, a E.M Paulo Freire foi a primeira a entregar as atividades deste semestre, que abordam as ameaças do inverno.

Os alunos devem elaborar, ao menos, uma atividade até o fim deste período com os temas educação ambiental, estiagem ou incêndios florestais. O prazo máximo de entrega dos trabalhos é o dia 30 de junho.

Neste ano, o programa foi ampliado para as escolas da rede pública e privada que contam com educação infantil. Outra novidade é a inclusão do bem-estar animal como tema de discussão em sala de aula. Apesar de estar em prática apenas desde o ano passado, o programa já rendeu um prêmio para a prefeitura. O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) vai entregar um pluviômetro semiautomático e um kit educativo para serem usados dentro da política pública.

“O reconhecimento nacional é mais uma prova de que estamos no caminho certo, investindo na prevenção. Precisamos pensar no presente um futuro resiliente para Petrópolis”, completa o secretário de Defesa Civil.

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