Na noite desta quarta-feira, o Cruzeiro enfrentou o Corinthians na Arena Itaquera, pelo segundo jogo da final da Copa do Brasil. No primeiro confronto, em Belo Horizonte, o time já tinha construído uma boa vantagem ao vencer o visitante por 1 a 0, com gol de Thiago Neves no final do primeiro tempo.

A história começou parecida na decisão final, em São Paulo, já que logo na primeira etapa, Robinho aproveitou o rebote de Barcos e abriu o placar para a Raposa. O VAR começou a aparecer no jogo quando influenciou na decisão do árbitro em marcação de pênalti para o time da casa, convertido pelo camisa 10, Jadson. Logo após, Pedrinho acertou um belo chute de fora da área, virando o jogo para os corintianos, mas o árbitro de vídeo invalidou o lance, quando viu uma falta em cima do zagueiro Dedé. O feitiço virou contra o feiticeiro e Arrascaeta que não tinha nada a ver com isso, recebeu boa bola do atacante Raniel, dando possibilidade para a definição do placar de 2 a 1.

É a 6ª vez que o Cruzeiro ganha a Copa do Brasil, sendo assim o maior vencedor do torneio. Ano passado, o time já havia ganhado do Flamengo em jogo muito disputado, onde a decisão ficou por conta das penalidades máximas. Essa também será a maior bonificação que um clube vai receber depois de ser campeão, ao total são R$ 62 milhões de reais destinados ao ganhador. O vice teve garantido uma quantia equivalente à R$ 20 milhões.

Com o título garantido, a diretoria terá um fôlego maior para colocar as contas em dias, já que o assunto foi pauta quando o atual presidente, Wagner Pires de Sá, assumiu a administração do clube no início do ano. Até o momento, o time mineiro já recebeu R$ 73 milhões de reais em premiações contra R$ 71,2 milhões de reais com dívidas envolvendo empréstimos feitos para ajustar o balanço econômico.

O presidente já informou que Mano Menezes permanece no comando do clube para a próxima temporada e que a meta desta vez é o tri-campeonato da Libertadores, já que a equipe está garantida na fase de grupos da competição para o próximo ano.

Por: Gabriel Malheiros