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Crochê Terê abre comemoração pelos 127 anos de Teresópolis

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Neste domingo, 1º de julho, o projeto Crochê Terê abriu as comemorações pelo 127º aniversário da cidade por volta das 8h, com a decoração de cerca de 60 árvores em torno de 2km de extensão das avenidas Lúcio Meira e Feliciano Sodré, no canteiro central da Reta, na Várzea.

Iniciativa de Márcia Filgueiras, apoio da Prefeitura e adesão de CDL, Sincomércio, ACIAT, o trabalho começou em 2017 com o envolvimento do Grupo Divas, tem a participação do Grupo Costurando o Amanhã/Lar Tia Anastácia, CRAS Alto e mobiliza grande número de artesãos voluntários, da cidade e também do Rio de Janeiro.

“Esse é um movimento internacional de arte urbana, chamado Yarn Bombing, que integra o crochê ao espaço público. Trouxe a ideia para Teresópolis, o projeto iniciou com o grupo de mulheres Divas e novos participantes foram aderindo. A decoração ficará nas árvores durante 30 dias, depois os trabalhos serão higienizados, reciclados, transformados em mantas e tapetes e doados”, explicou Márcia Filgueiras.

Verinha Carneiro, do Grupo Divas, que se reúne para trocar viveres e saberes em colaboração a instituições filantrópicas da cidade, também participa da iniciativa. “Caímos de amores pelo projeto. É um presente para Teresópolis nesse 6 de julho, aniversário do município, e para alegrar a cidade de um jeito diferente”, pontuou.

O CRAS Alto se mobilizou durante um mês para o Crochê Terê. “Fiquei feliz em receber o convite e mostrar o trabalho realizado pelo CRAS com os grupos de mulheres, que abraçaram a causa. Temos que participar e alegrar a cidade com esse trabalho coletivo”, comentou Adriana Marques, coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social.

Coordenadora do projeto Costurando o Amanhã/Lar Tia Anastácia, do Rosário, Saionara Schumacher reuniu um grupo de voluntárias e também adotou uma árvore. “Mulheres da comunidade se juntaram ao trabalho, que divulga a produção do nosso projeto de geração de renda”, assinalou.

As cariocas Dora Guilhon, Paula Santana e Clara Coutinho subiram a serra para participar do Crochê Terê. “Somos do Rio, costumamos vir aqui, soubemos da intervenção e aderimos. Somos um grupo que decorou 4 árvores. Foi uma união de amores ao projeto. Vai dar um colorido à cidade e tornar as pessoas mais humanas em relação ao lugar onde moram”, opinou Dora.

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