Foto: Divulgação/Câmara Municipal de Petrópolis

Criação de protocolos de fiscalização sanitária em estabelecimentos veterinários é aprovada na Câmara de Petrópolis

O protocolo deve consistir em uma série de ações a serem realizadas durante a fiscalização, através de um cronograma baseado nas leis federais, municipais e estaduais e pelo que é determinado pelo Conselho de Medicina Veterinária.
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A Câmara Municipal aprovou, na tarde da última quarta-feira (07), a indicação legislativa de autoria do vereador Domingos Protetor que pede ao Executivo a implementação de um protocolo de fiscalização sanitária em estabelecimentos veterinários de Petrópolis.

A proposta do vereador partiu após uma denúncia ocorrida em Maceió ganhar projeção na mídia. No Hospital Veterinário fiscalizado, foi encontrado um cão aprisionado servindo como doador de sangue e uma cadela acorrentada em uma bacia de fezes e urina, com unhas sem cortar, impossibilitada de andar. Foi constatado que os animais eram mantidos, exclusivamente, para uso veterinário. Além disso, foi descoberto que a clínica realizava cirurgias de forma inapropriada, mantinha os animais em situações deploráveis, entre outras irregularidades sanitárias.

Denúncias encaminhadas ao gabinete do vereador sobre atendimentos realizados em Petrópolis, também motivaram a indicação legislativa. “A ideia não é fazer uma perseguição aos veterinários, muito pelo contrário, pois sei o quanto essas clínicas são de extrema importância para a cidade. Mas sim proteger os bons profissionais e as boas práticas, já que, infelizmente, atitudes negligentes acontecem fora da visão da fiscalização. Cabe ao poder público fazer essa inspeção constante e não somente mediante denúncias. Acredito que só assim iremos evitar qualquer tipo de atitude inapropriada”, pontua Domingos Protetor.

De acordo com a indicação, o protocolo deve consistir em uma série de ações a serem realizadas durante a fiscalização, através de um cronograma baseado nas leis federais, municipais e estaduais e pelo que é determinado pelo Conselho de Medicina Veterinária. “A intenção é conseguir acompanhar, periodicamente, as questões sanitárias e de bons-tratos e impedir práticas como essa ocorrida em Maceió e em tantas outras localidades, inclusive em Petrópolis. Aqui na cidade, por exemplo, já houve um caso de uma clínica que fazia cirurgia de castração sem anestesia. Isso não pode acontecer. Queremos proteger, não só os animais, mas quem realiza um trabalho sério, com respeito e profissionalismo”, finaliza o vereador.

A matéria segue para apreciação do Executivo.

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