CPTrans confirma que quantidade de agentes é insuficiente para suprir demanda da cidade Rua Antônio Francisco Magalhães, no Bingen, tem sido alvo constante da prática de estacionamento irregular.

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A Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) tem a missão de, assim como está publicado no site da empresa, “Melhorar a vida das pessoas a partir da mobilidade urbana”. Essa missão parece estar comprometida, visto as declarações da Assessoria de Comunicação do órgão que, ao ser questionada sobre a falta de fiscalização em pontos da cidade, alegou a insuficiência de pessoal.

Exemplo desta ausência de fiscalização, a Rua Antônio Francisco Magalhães, no Bingen, tem sido alvo constante da prática de estacionamento irregular. Os veículos estacionam em toda a extensão da via, desde o início ao fim da rua, locais claramente sinalizados com placas e pintura de proibição.

Há carros em cima de calçadas, em frente aos portões ou em área de manobra. Isso ocorre há muitos anos, nunca foi um problema sério para os moradores, mas de um tempo para cá começou a piorar. É uma rua muito estreita e com muito movimento, ela liga o Bingen a Vila Militar.

O problema afeta inclusive os pedestres que não tem uma calçada adequada para andar e as que existem estão bloqueadas por veículos.

Moradores dizem ter entrado em contato com a CPTrans que alega haver frequente fiscalização, mas não há registro de flagrantes. Um dos moradores disse ter ligado para o Canal de Denúncias e questionou sobre os dias e horários em que houveram as fiscalizações e foi ironizado pelo atendente.

Em nota, a CPTrans informa que a maior causa de multas em Petrópolis é pela prática de estacionamento irregular. “Um dos maiores desafios da CPTrans, atualmente, é o combate ao estacionamento irregular. A prática é cometida em diversos pontos da cidade, sendo a maior causa de multa em Petrópolis, atualmente. Vale lembrar que, quem estaciona em local proibido está sujeito a multa grave de R$ 195,23 – no caso de ser em vagas para idosos e deficientes, o infrator deve desembolsar R$ 293,47, multa gravíssima e que rende 7 pontos na carteira“, diz a CPTrans.

O órgão confirma que a quantidade de agentes contratados atualmente não é suficiente para atender a demanda na cidade, o que ajuda a entender a falta de fiscalização em alguns pontos. “A CPTrans conta, atualmente, com 13 agentes de trânsito – número insuficiente para suprir a demanda de Petrópolis, mas que só ao longo de 2017 conseguiu atender a 5.751 solicitações, incluindo estacionamento irregular. Também no ano passado, a companhia conseguiu remover 637 veículos que atrapalhavam o trânsito das ruas, sendo rebocados ou retirados pelos próprios proprietários após a notificação. Com uma dívida herdada de quase R$ 30 milhões, sendo 25% deste valor pagos e negociados ao longo de 2017“, justifica a Assessoria de Comunicação da Prefeitura.

Sobre a denuncia de estacionamento irregular na Rua Antônio Francisco Magalhães, o órgão promete intensificar a ronda no local. “A CPTrans vai intensificar a ronda no local, mas solicita que, em casos semelhantes, a população denuncie a irregularidade pelos telefones 157 e 2237-1703“, conclui o órgão.

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