O baterista Paulo P.A. Pagni, da banda RPM, está sendo velado na manhã deste domingo (23) em Araçariguama (SP), cidade onde morava. O músico morreu na manhã de sábado (22) por insuficiência respiratória e broncopneumonia, segundo o Hospital São Camilo, em Salto (SP), onde P.A. estava internado desde 14 de maio.

O velório do músico é realizado na Rua Aparecida, 164, bairro Vila Nova. O enterro está previsto para as 12h deste domingo, no cemitério municipal. Pagni, baterista da banda RPM desde 1985, completou 61 anos no dia 1º de junho.

Paulo Antônio Figueiredo Pagni, também conhecido como P. A. Pagni, foi um baterista, integrante da banda RPM desde 1984. Também fez parte da formação do grupo PR.5, ex-banda de apoio do cantor Paulo Ricardo.

Filho único do farmacêutico Orestes Pagni e de D. Aparecida, depois de estudar nos Estados Unidos, voltou ao Brasil e abriu o Planeta Gullis, um estúdio de ensaio para bandas. Em 1984, foi convidado para integrar o RPM, substituindo o baterista Charles Gavin, que deixou o RPM para integrar os Titãs.

Em 1987, Paulo Pagni e o guitarrista Fernando Deluqui abandonaram a banda e retornaram em 1988. Em 1989, quando a banda anunciou o seu fim, P.A. procurou novos rumos na música e, em 2002, voltou para o RPM, quando a banda retomou sua formação da década de 1980.

Internado em decorrência de uma fibrose pulmonar, no dia 2 de junho de 2019, por causa de uma declaração errada do hospital a mídia nacional divulgou uma falsa morte do músico. Após mais de vinte dias internado, Pagni morreu no dia 22 de junho de 2019, em decorrência da piora de sua condição respiratória.

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