Foto: Divulgação/Governo do Estado

Corpo de Bombeiros fecha janeiro com 4,2 mil salvamentos marítimos

O serviço marítimo dos Bombeiros conta com mais de 200 postos de salvamentos, que cobrem os 246 quilômetros da orla fluminense.
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O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) registrou, no mês de janeiro, 4.276 salvamentos marítimos. Na capital, o 2º Grupamento Marítimo (2º GMAR – Barra da Tijuca) foi o que mais efetuou resgates marítimos, chegando a 1.178 salvamentos, seguido do 3º Grupamento Marítimo (3º  GMAR – Copacabana), com 1.149 resgates.

No estado, as unidades que mais atuaram em salvamentos foram o 4º Grupamento Marítimo (4º GMAR – Itaipu), com 377 resgates; o quartel de Cabo Frio (18º GBM), com 241; e o Destacamento de São João da Barra (DBM 3/5), com 111 salvamentos.

De acordo com o secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Leandro Monteiro, um dado que chama atenção dos guarda-vidas da corporação é o alto número de crianças perdidas.

– Em todo litoral fluminense, nossos profissionais já apoiaram na localização dos seus responsáveis de mais de 600 crianças. Só em Copacabana foram 219, e no Piscinão de Ramos, 136. A orientação é não desviar o olhar da garotada – ressaltou.

Outra informação divulgada pela corporação se refere às ações de prevenção.

– Realizamos mais de 135 mil prevenções em todo estado, ou seja, atuamos com apitos, orientações diversas e monitoramento visual com motos aquáticas e evitamos que aquela situação que poderia se tornar uma ocorrência acontecesse – ressaltou o comandante.

O serviço marítimo dos Bombeiros conta com mais de 200 postos de salvamentos, que cobrem os 246 quilômetros da orla fluminense. Cerca de 1.200 militares atuam nas praias do estado, com apoio de embarcações, botes, motos aquáticas, quadriciclos, helicópteros e drones. Reforçando a prevenção a afogamentos e a comunicação com a população, a corporação também conta com 4.750 placas de sinalização de perigo, 200 totens informativos e 18.900 bandeiras de sinalização de risco em pontos estratégicos da orla, afirmou o coronel.

– Somos uma instituição estadual que tem entre suas obrigações atender com a mesma qualidade todas as cidades e regiões do estado. Em busca da excelência e do nivelamento dos nossos serviços, temos visitado todos os postos da capital e dos municípios litorâneos para identificar possíveis problemas, tanto na parte operacional, quanto na parte administrativa, e integrar os militares para padronizar os procedimentos e buscar o aperfeiçoamento coletivo constante – afirmou o coronel Monteiro.

Recomendações para evitar afogamentos

– Procurar sempre locais próximos aos postos de guarda-vidas;

– Respeitar as placas e/ou bandeiras de sinalização;

– Perguntar sempre ao guarda-vidas qual o local mais apropriado para tomar o banho de mar;

– Não ingerir bebidas alcoólicas e entrar no mar;

– Evitar entrar na água logo após se alimentar;

– Não entrar no mar após longa exposição ao sol, sem antes adaptar seu organismo à temperatura da água.

– Não desviar a atenção um só instante das crianças. Vale identificá-las com nome e telefone para contato;

– Caso saiba e pretenda nadar, a orientação é praticar a atividade paralelamente à areia;

 – Evitar locais que são conhecidos como points de surfistas. Desta forma, é possível prevenir acidentes com pranchas.

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