Companhias aéreas são proibidas de operar no espaço aéreo europeu por descumprir normas internacionais de segurança

As proibições são "devido à supervisão de segurança inadequada por parte das autoridades de aviação dessas nações", disse a Comissão Europeia.
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Companhias aéreas de 15 países estão proibidas de sobrevoar o espaço aéreo europeu por não cumprirem as normas internacionais de segurança. A lista, divulgada pela Comissão Europeia nesta segunda-feira (6), totaliza 97 operadoras, um número menor do que a divulgada anteriormente pela União Europeia (UE).

A redução se deu porque várias empresas foram reinseridas na lista “depois de melhorias na segurança aérea no país”, como a Air Moldova, a HiSky e a FlyOne, que atende a França.

Os países atingidos pela proibição são o Afeganistão, Angola, Armênia, Congo, República Democrática do Congo (RDC), Djibouti, Guiné Equatorial, Eritreia, Quirguistão, Libéria, Líbia, Nepal, São Tomé e Príncipe, Serra Leoa e Sudão.

As proibições são “devido à supervisão de segurança inadequada por parte das autoridades de aviação dessas nações”, disse a Comissão Europeia.

“Graves deficiências de segurança”

Sete outras companhias aéreas também foram proibidas de voar na UE: a Avior Airlines da Venezuela, a Blue Wing Airlines do Suriname, a Iran Aseman Airlines, a Iraqi Airways, a Med-View Airlines da Nigéria, a Skol Airlines da Rússia e a Air Zimbabwe.

A Comissão disse que a identificação de “graves deficiências de segurança” estava por trás da decisão de incluí-las na lista de proibição de acesso ao espaço aéreo europeu, informou o canal de TV francês BFM.

“Manter o mais alto nível de segurança para todos os passageiros aéreos e para o pessoal das companhias aéreas é uma das principais prioridades”, disse a comissária de Transporte europeia, Adina Vlean. “A Lista de Segurança Aérea da UE continua a ser uma das nossas ferramentas mais eficazes para o conseguir isso”, completou.

O site da Comissão Europeia justifica que “garantir o mais elevado nível de segurança da aviação para os europeus e todos os outros passageiros que viajam para e dentro da União Europeia está no cerne da política de segurança da aviação da Comissão”.

* com informações de UOL

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