Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Como evitar o contágio do coronavírus por meio de cédulas e moedas?

O avanço de casos confirmados no país aumenta o número de questionamentos sobre a doença. Por isso, o cuidado para prevenir o contágio do coronavírus deve ser maior. Assim como lavar as mãos e cobrir nariz e boca ao tossir e espirrar, outras medidas podem ajudar a evitar a propagação do novo vírus.

Muitos estados decretaram situação de emergência exigindo o fechamento de alguns comércios e estabelecimentos. Mas ainda permanecem abertos mercados, farmácias, padarias, postos de combustível e outros serviços essenciais. Durante o pagamento de uma compra, uma nota ou qualquer moedinha, pode transformar essa simples ação em problema de saúde. Vale lembrar que a transmissão da doença ocorrer por contato com pessoas infectadas ou superfícies que tenham o vírus.

Nesse caso, as cédulas de papel e a moedas podem transmitir uma série de bactérias e não apenas o coronavírus. Pensando nisso, a Troco Simples – criadora de uma tecnologia que reverte as moedas comuns de troco em moedas digitais para facilitar a vida dos varejistas separou algumas dicas sobre higienização e cuidados no manuseio do dinheiro.

Lavar as mãos com água e sabão ou utilizar álcool em gel
Um dos hábitos mais simples e eficientes que podemos adotar ao manusear o dinheiro é higienização das mãos. Após o contato com cédulas e moedas é preciso evitar esfregar os olhos, colocar a mão na boca e nariz. Nesse caso, o álcool em gel é eficaz para reduzir o risco de infecções, assim como lavar a mão com água e sabão, ambos previnem o coronavírus. O ideal é sempre higienizar as mãos o quanto antes depois do contato com o dinheiro.

Mudar hábitos comuns durante contato com dinheiro
Muitas pessoas têm o hábito de contar dinheiro passando o dedo na língua. A ação é extremamente prejudicial a saúde, a partir do momento que você molha o dedo na boca e conta o dinheiro facilita a entrada de bactérias e vírus no organismo. Além disso, o fato da saliva entrar em contato com as cédulas, aumenta a quantidade de agentes maléficos nesses itens. Por isso é preciso redobrar a atenção durante saques de dinheiro em caixas eletrônicos, ao pagar contas, comprar produtos ou qualquer outra tarefa que envolva a conferência de dinheiro.

Usar alternativas às cédulas e moedas
Para reduzir os riscos e garantir mais segurança contra infeções e a contaminação por coronavírus, ao efetuar uma compra presencialmente em comércios e estabelecimentos a utilização de cartão de crédito ou débito evitam o contato com cédulas e moedas. Além disso, por ser de plástico o cartão tem uma higienização mais prática. Segundo Anderson Locatelli, diretor executivo da Troco Simples outra opção durante as transações é aceitar solicitar o troco digital. “A solução permite receber a moedinha de troco diretamente no CPF do comprador. É possível também fazer o pagamento das próximas compras com o valor acumulado evitando o contato total com o dinheiro”, explica.

 

Sobre a Troco Simples
Desde 2016 no mercado, a Troco Simples (www.trocosimples.com.br) simplifica transações financeiras que envolvem dinheiro em espécie oferecendo soluções para mudar a forma como varejistas e consumidores trabalham com o dinheiro. Jovem e inovadora, a startup que recebeu um aporte da Astella Investimentos e pretende ultrapassar mais de 5 milhões de trocos digitais entregues em 2020. De forma integrada aos sistemas de frente de caixa, o varejista consegue reverter as moedas comuns de troco em moedas digitais diretamente no CPF do consumidor.

Crédito da foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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