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Como a nova onda de Covid-19 que atinge a Europa e os EUA pode impactar o Brasil

O crescimento do número de casos que atingiu a Europa e os EUA na última semana chama atenção para uma segunda onda da Covid-19

            Nas últimas semanas vários países europeus, assim como os EUA registraram números recordes de registros de novos casos e de mortes devido ao novo coronavírus. A chance de uma segunda onda da covid-19 chamou atenção das autoridades para novas mediadas de controle do vírus. Stella Kyriakides, comissária de Saúde da União Europeia, declarou nesta sexta-feira (30) que os países do bloco devem estar prontos para impor restrições sobre a vida das pessoas visando combater a disseminação do novo coronavírus pelo continente.

            França e Alemanha, anunciaram novas mediadas de isolamento nesta semana, em um momento em que as infecções no continente bateram recordes e hospitais e leitos de terapia intensiva ficavam cheios com pacientes com Covid-19. Embora não tenha atingido os números de internações de abril, com um recorde de 31.131 em 14 de abril, a França viu a quantidade de pessoas hospitalizadas aumentar em 50% esta semana, alcançando um total de 21.160, segundo dados de quinta-feira.

            Enquanto isso no Brasil, segundo especialistas, o país está ainda não passou pela primeira onda, que só ocorre quando o número de casos e mortes chegam praticamente a zero. O que está acontecendo agora na Europa e nos EUA pode servir de aprendizado para o Brasil, visto que no início da primeira onda de casos não houve a preparação da melhor forma possível. Se os padrões de casos norte americanos e europeus se manterem, onde as localidades menos afetadas na primeira onda agora mostram números de casos, o Brasil pode se preparar alocando recursos para essas determinadas regiões.

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