Foto: Reprodução da Internet

Comissões de Ciência e Tecnologia e de Cultura debatem revitalização do Canecão

A proposta consta do projeto de lei 3.023/20, que tem o objetivo de tornar o local um espaço cultural multiuso e centro de memória da música popular brasileira.
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As Comissões de Ciência e Tecnologia e de Cultura, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), discutiram em audiência pública, realizada nesta sexta-feira (07/05), a possibilidade de parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), objetivando a revitalização da antiga casa de espetáculos Canecão. A proposta consta do projeto de lei 3.023/20, que tem o objetivo de tornar o local um espaço cultural multiuso e centro de memória da música popular brasileira. A medida é de autoria dos deputados André Ceciliano (PT), presidente da Alerj, Waldeck Carneiro (PT), Eliomar Coelho (PSol) e Flávio Serafini (PSol).

Segundo o professor Vicente Ferreira, representante da UFRJ, a iniciativa da Alerj é muito bem vista pela gestão da universidade e não fere a autonomia universitária. Como um dos autores do projeto, o deputado Serafini disse que está estudando uma proposta de texto que leve em consideração as questões apresentadas na audiência. “O entendimento é legitimar uma parceria prevenindo que a Alerj não faça nenhuma doação à UFRJ que fira a autonomia da universidade”, pontuou.

Também dividindo a autoria da proposta, o deputado Waldeck destacou a relevância do projeto de lei. “Esse projeto se insere em um contexto em que o parlamento fluminense passou a desenvolver várias parcerias institucionais com a comunidade científica. Mas vamos cuidar do texto final para estabelecer um nível de condicionalidade com as questões abordadas neste debate”, disse. Para Regina Chiaradia, presidente da Associação de Moradores de Botafogo (AMAB), bairro onde está localizada a antiga casa de espetáculos, a reconstrução do Canecão é bem-vinda, mas não deve ser vinculada à implantação do projeto Viva UFRJ. ”A população do bairro deseja que o mercado imobiliário pare de adensar, pois já tem sua mobilidade urbana dificultada pelo excesso de construções”, ponderou

Fonte: Alerj

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