Créditos: REUTERS/Thomas Peter

Começam os Jogos Paralímpicos de Tóquio

A delegação será composta por 259 atletas, 163 homens e 96 mulheres.
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Começaram nesta terça-feira (24) os Jogos Paralímpicos de Tóquio. Serão 13 dias em que atletas do mundo inteiro disputarão medalhas em 22 modalidades. O Brasil fará sua estreia na quarta-feira (25), primeiro dia oficial de competições do evento, com o time de goalball, em partida contra a Lituânia, às 21h (horário de Brasília), na natação, no ciclismo, no tênis de mesa e na esgrima em cadeira de rodas.

A até agora, imbatível seleção nacional de futebol de 5, quatro vezes medalhista de ouro, estará em ação. Só os brasileiros subiram no lugar mais alto do pódio desde a introdução da modalidade no programa paralímpico, em 2004.

Também participará, o nadador Daniel Dias, maior medalhista paralímpico da história, com 24 medalhas em três jogos. Dessas, 14 de ouro, sete de prata e três de bronze. “Minha motivação é estar apto a ser melhor o tempo todo e mostrar que posso ir além, ter melhores marcas”, disse ao site oficial dos Jogos.

Brasil

A delegação será composta por 259 atletas, 163 homens e 96 mulheres. Entre eles estão atletas sem deficiência como guias, calheiros, goleiros e timoneiro. Nunca uma missão brasileira em Jogos Paralímpicos no exterior foi tão grande.

A modalidade com o maior número de esportistas é o atletismo, com 65 representantes e 19 atletas-guia. Em seguida, a natação com 36. O Brasil estará representado em 20 das 22 modalidades: atletismo, bocha, canoagem, ciclismo, esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5, goalball, halterofilismo, hipismo, judô, natação, parabadminton, parataekwondo, remo, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, tiro com arco, tiro esportivo e vôlei sentado.

O país conquistou 301 medalhas na história dos jogos. Dessas, 87 são medalhas de ouro. O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) confia chegará à centésima ainda nesta edição.

A preparação para os jogos foi feita no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. O CPB adotou o “formato bolha”, com as seleções se preparando, e obedecendo, segundo o CPB, rígidos protocolos de saúde de segurança. Em maio deste ano, o Comitê Olímpico Internacional (COI) fez doação de vacinas da Pfizer e da Coronavac para aplicação em atletas, comissão técnica, estafe, e demais membros da delegação brasileira que seguiria para Tóquio a partir de 5 de agosto.

Refugiados

Assim como nos Jogos Olímpicos, os Paralímpicos trazem um time de atletas refugiados. Eles representam milhões de pessoas que se viram obrigadas a deixar seus países fugindo de conflitos, guerras, perseguições ou pobreza extrema.

O grupo é composto por seis atletas: Parfait Hakizimana, atleta de taekwondo nascido no Burundi; Ibrahim Al Hussein, nadador nascido na Síria; Shahrad Nasajpour, do arremesso de disco, nascido no Irã; Alia Issa, atleta do arremesso de peso nascida na Grécia, mas filha de refugiados sírios; e Anas Al Khalifa, canoísta nascido na Síria.

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