Com 176 mortos, tragédia já é a pior da história do município

As semelhanças entre os desastres não são meras coincidências
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Por Samuel Freitas

Com os 176 mortos confirmados pelos Bombeiros nesse domingo (20), a tragédia em Petrópolis causada pelas fortes chuvas da última terça-feira (15), já é a maior da história registrada pela Defesa Civil na cidade. De acordo com o órgão, em 1988 as enchentes deixaram 171 vítimas.

Naquele dia 5 de fevereiro, uma sexta-feira, há 34 anos, a tempestade destruiu parte do município, semelhante com as de 2022. Mais de 500 barreiras foram registradas e o acesso à Cidade Imperial ficou bloqueado na BR-040, nos dois sentidos. Além disso, mais de 4 mil pessoas ficaram desabrigadas e milhares foram feridas.

Mas as semelhanças entre os desastres não são meras coincidências, de acordo com especialistas, esta repetição sem solução, se deve a falta de políticas públicas que possam garantir moradia segura à população, ausência de investimento preventivo e falta de ações emergenciais aos alertas feitos pelos órgãos responsáveis.

Vale lembrar que, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), criado após as chuvas de 2011 que assolaram a Região Serrana do RJ, deixando mais de 900 mortos e mais de 300 pessoas desaparecidas, fez alertas, dois dias antes da tragédia, de que um “evento meteorológico muito intenso” poderia acontecer na região de Petrópolis.

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