Chuva forte atinge o Rio e causa alagamentos

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Uma chuva de intensidade forte atingiu alguns bairros do Rio, principalmente na Zona Oeste da cidade, na manhã desta segunda-feira. O núcleo de chuva, que atuava na Baía de Sepetiba, se deslocou pela cidade e causou chuva forte/muito forte. O município entrou em estágio de atenção às 11h50. Diversas vias da cidade ficaram alagadas e dezesseis sirenes em sete comunidades foram acionadas pelo risco de deslizamento.

Nas próximas horas, a previsão é que o tempo continue instável, com chuva moderada.
Entre 11h e 11h30, houve chuva forte em Sepetiba, Jacarepaguá/Cidade de Deus, Barra/Riocentro, Vidigal e Rocinha (São Conrado), Tijuca, Santa Teresa, Grajaú, Jardim Botânico, Barra/Barrinha, Santa Cruz, Laranjeiras, Alto da Boa Vista e Tijuca/Muda. Choveu de forma moderada na Urca, Jacarepaguá/Tanque, Saúde (Centro), região da Grajaú-Jacarepaguá, Grota Funda e Recreio.

Outras regiões tiveram chuva fraca. Todos os bairros com grande intensidade de chuva têm alagamentos.
A Avenida Niemeyer, em São Conrado, fechada por conta de uma decisão judicial, foi também bloqueada para o acesso de moradores às 11h15, no sentido de quem vem para o Leblon.

No Centro do Rio, o alagamento no túnel da Providência afetou a Linha 2 do VLT, mas circula com intervalos irregulares. As Linhas 1 e 3 também operam com intervalos irregulares.
Uma loja na Rua do Resende, na região da Lapa, avisou aos clientes sobre o fechamento da loja pela falta de acessibilidade e postou fotos do rio de água que se formou, deixando motos submersas. Via é umas das que sempre são afetadas quando chove na região.

Por volta das 19h30, o Centro de Operações registrava 214 km de engarrafamentos na cidade. O número representa o triplo da segunda-feira passada. “Sempre que chove é esse caos. Nunca aparece autoridade nenhuma”, disse o comerciante Aluísio Andrade, 55 anos, ontem, na Avenida Gomes Freire, uma das mais afetadas do Centro. Na mesma via, Sueli do Carmo também desabafou. “O prejuízo, infelizmente, é sempre do povo. Entra ano, sai ano, e nada muda”, reclamou a dona de casa.

Fonte: ODIA

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