Foto: Divulgação

Centro Cultural da UNIFASE retoma atividades após pandemia

O Centro Cultural UNIFASE, em Petrópolis, retoma suas atividades após dois anos de pandemia. Confira a programação.
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Após dois anos fechado, o Centro Cultural da UNIFASE, localizado em Petrópolis, retoma suas atividades presenciais com a exposição “Mulher de Ninguém”, de Will Gompertz, a partir do dia 09 de maio. A exposição inicial terá duração até 25 de julho, com visitação gratuita das 10h às 18h, exceto aos domingos.

Esse é o primeiro grande trabalho a ser exposto no centro de forma presencial desde 2019, quando a instituição suspendeu sua programação por conta da pandemia de coronavírus. Agora, o local, que oferece acesso gratuito às artes, pinturas e expressões artísticas, volta com um dos principais ensaios femininos.

Segundo Ricardo Tammela, coordenador de Projetos e Extensão da UNIFASE, é uma honra retormar o calendário expositivo com a exposição, especialmente pela colaboração de trabalhos das moradoras do Vale do Carangola, que reforça a luta de artistas contra a hierarquia de gênero na arte.

A exposição “Mulher de Ninguém” destaca obras de 30 artistas da cidade de Petrópolis e convidadas dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Juiz de Fora e uma convidada especial da França.

Além disso, também conta com a co-produção e co-curadoria do artista petropolitano Cláudio Partes, convidado pelo grupo.

Com a retomada das atividades do Centro Cultural UNIFASE, outras exposições serão acrescentadas ao calendário. Ainda, o espaço também irá conduzir aulas de ioga, pintura, artesanato e debates entre artistas.

As programações poderão ser consultadas no portal oficial do centro.

Centro Cultural UNIFASE incentiva contato da comunidade com as artes

Diversas atividades gratuitas voltadas para a comunidade, como o Centro Cultural UNIFASE, em Petrópolis, foram fechadas por conta da pandemia.

No entanto, agora retomam seu calendário com novas exposições e encontros para promover acesso e interesse à cultura e às artes.

Além de exposições profissionais, também é possível acompanhar feiras de artesanato e cursos gratuitos que integram os participantes com as novas tecnologias.

Por exemplo, depois das exposições, o centro incentiva os visitantes a registrarem sua visita, podendo montar um vídeo com as fotos utilizando ferramentas acessíveis, como o InVideo. Não existem restrições quanto a fotografias e postagens dentro do centro.

Dessa forma, os membros da comunidade poderão se interessar mais pelas exposições, enquanto divulgam os novos calendários e atividades do local.

Sobre a exposição “Mulher de Ninguém”

A exposição “Mulher de Ninguém” é um projeto com participação de diversos artistas, especialmente mulheres do projeto “Encceja Mulheres do Vale”, realizado no Vale do Carangola. Ele incentivou pinturas orgânicas feitas durante a oficina de arteterapia com orientação da artista visual e psicóloga Fernanda Medeiros.

Ainda, seu título foi inspirado na expressão “Mulher de fulano de tal”, e a pesquisa de criação se baseou num capítulo no livro “Isso é Arte?”, de Will Gompertz, que relata a “Exhbition 31 Women/ Exibição 31 Mulheres”, realizada no ano de 1943 pela colecionadora de arte Peggy Guggenheim com orientação do artista plástico Marcel Duchamp. O evento foi  uma das primeiras exposições realizadas só com obras de artistas do sexo feminino.

Por isso, a campanha é significativa para as mulheres do Vale e para a retomada do Centro Cultural.

De acordo com Ricardo Tammela, o resultado é uma forma de promover conversas com mulheres e artistas sobre resistência e independência no mundo das artes.

A exposição também ocorre de forma simultânea no Centro Cultural Arthur Sá Earp Neto, que apresenta a mostra “Cores e Formas da Determinação”, com trabalhos semelhantes das participantes do projeto de extensão.

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