Cadetes dos Bombeiros do RJ concluem estágio Básico de Busca, Resgate e Sobrevivência

o principal objetivo é testar capacidade operacional e gerencial, disciplina, espírito de corpo, liderança, serenidade, autocontrole, rusticidade e discernimento.
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Cadetes do 2º ano do Curso de Formação de Oficiais (CFO) foram recepcionados, na tarde de 31 de março, no Complexo de Ensino Coronel Sarmento, em Guadalupe. Após 14 dias de exercícios na represa de Ribeirão das Lajes, em Piraí, os militares concluíram o Estágio Básico de Busca, Resgate e Sobrevivência 1/2021 (EBBRS). Eles foram recepcionados pelo secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), coronel Leandro Monteiro. 

O programa de atividades contou com atividades de marcha a pé, obtenção e purificação de água, confecção de abrigos temporários, obtenção do fogo, confecção de armadilhas, navegação, natação utilitária, operações helitransportadas, orientação, buscas e resgates diurnos e noturnos, manipulação de animais peçonhentos, circuito de operações aquáticas, obtenção de alimentos de origem vegetal e animal e plantas medicinais, pesca, reparação da caça (abate e esfola), sinalização diurna e noturna e respostas em situação de estresse.

De acordo com o secretário, o principal objetivo é testar capacidade operacional e gerencial, disciplina, espírito de corpo, liderança, serenidade, autocontrole, rusticidade e discernimento. 

 – Para que esses aspectos sejam observados, os cadetes passam por situações adversas como fome, sede, calor e frio intensos, além do cansaço físico e estresse psicológico extremo. É a fase mais importante e esperada do cadete bombeiro militar. É uma grande honra poder estar presente nesse momento. Parabéns aos cadetes da turma 61, que tenham um ótimo 3º ano do curso – desejou o coronel Leandro Monteiro. 

O estágio operou com toda a equipe de instrutores da Academia de Bombeiro Militar D. Pedro II (ABMDP II), que se se dividiu com as atribuições diárias da própria Academia. Também contou com  grupos de apoio: guarda-vidas, profissionais da Saúde, equipes de rancho e de militares do Grupamento de Operações Aéreas (GOA). 

 –  Conseguimos executar um estágio como nunca foi realizado antes, muito técnico,  extraindo o máximo da capacidade física e mental dos nossos futuros oficiais e gestores da nossa corporação. Saíram de lá homens diferenciados – disse o subcomandante da ABMDP II, major Breno Serrano.

Fonte: Ascom CBMERJ

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