Brinquedos, fantasias e uma boa acolhida são técnicas dos profissionais de saúde que aplicam a vacina infantil contra a Covid-19

A abordagem mais calma também é importante para tranquilizar as crianças e as mães na hora da vacinação.
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Presentes na linha de frente do combate ao coronavírus desde o início da pandemia, os profissionais de saúde são essenciais para o avanço da campanha de vacinação contra a Covid-19 na cidade de São Paulo.

São eles os responsáveis por aplicar o imunizante em cada cidadão, além de tirar as dúvidas de quem chega à unidade com alguma pergunta em relação à vacinação. E nessa nova etapa da campanha, com a imunização de crianças de 5 a 11 anos de idade, os técnicos e enfermeiros ganharam destaque com uma responsabilidade já muito familiar para eles: tranquilizar os pequenos na hora de receber a vacina.

A enfermeira Olívia Gonçalves, de 40 anos de idade, trabalha na área há cerca de 12 anos e acredita que a boa recepção na sala de vacina é muito importante para o processo de vacinação. “Percebo que a sala de vacina é um ambiente no qual as pessoas vêm com medos e receios, principalmente as mães de primeira viagem. Acredito que uma boa acolhida faz uma grande diferença na hora da vacinação”, diz.

Olívia é uma das profissionais que integram a equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) Jardim Santa Fé, em Parelheiros, zona sul da capital. Durante o período de vacinação infantil, ela conta que sempre busca tranquilizar também a mãe da criança: “Uma boa orientação, olho no olho, uma voz mais tranquila… Isso passa calma para a mãe. Uma vez a mãe calma, vai passar calma e segurança para a criança também”.

A unidade ainda propõe um espaço mais tranquilo e interativo para as crianças se vacinarem ao disponibilizar brinquedos e fantasias de super-heróis, para que elas possam se divertir antes e após receber o imunizante. “A gente proporcionou um ambiente lúdico que ameniza o tempo de espera e a ansiedade. Criança adora super-heróis, né? Então a gente aproveitou essa oportunidade”, explica Sandra Ramos, enfermeira e responsável técnica pela UBS Jardim Santa Fé.

O espaço diferenciado da unidade agrada não somente as crianças, como também as mães. “Aqui você chega e tem um aconchego. Por mais que seja uma UBS, que você vai lidar com uma doença, uma vacina ou uma consulta, é aconchegante”, comenta Cristiane Alves, que levou a filha, Talita, de oito anos, para receber a vacina contra a Covid-19.

A busca ativa realizada pelas agentes de saúde também tem sido fundamental para o avanço da campanha de vacinação. “Elas se preocupam de me ligar, ir à minha casa. É legal da parte do posto de saúde fazer isso para a comunidade”, complementa Cristiane.

Vacinação infantil contra a Covid-19

Na capital, as crianças de 5 a 11 anos de idade podem ser vacinadas contra a Covid-19 nas UBSs e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas, das 8h às 19h.

Elas devem estar acompanhadas por um responsável adulto com documento de identificação, comprovante de residência e carteirinha de vacinação.

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