Foto: Ilustrativa / Reprodução

Brasil terá satélite 100% produzido pela indústria nacional

Com apoio da EMBRAPII, solução tecnológica vai trazer conhecimento para explorar o espaço e traçar estratégias para indústria nacional
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O primeiro satélite desenvolvido integralmente pela indústria brasileira estará pronto para ser lançado em órbita no início de 2022. Além do avanço à indústria de defesa e espacial, a tecnologia será capaz de produzir informações que orientem o direcionamento de políticas públicas em diversas áreas e a tomada de decisões estratégicas em diversos setores industriais.

Fruto da parceria entre a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), a Unidade EMBRAPII Instituto Senai de Inovação (ISI) em Sistemas Embarcados e a empresa Visiona Tecnologia Espacial, o projeto-piloto servirá para adquirir conhecimento para o desenvolvimento de satélites comerciais.

Com peso de 10 kg e com dimensões de 30cm x 20cm x 10cm – pouco maior que uma caixa de sapatos, o nanossatélite permite o desenvolvimento e a validação de tecnologias espaciais, como sistemas de navegação, além de supervisão de bordo e de rádio definido por software, considerados hoje como as principais lacunas tecnológicas da indústria espacial brasileira.

No espaço, o satélite irá coletar dados e imagens, que serão enviados a uma estação de controle em terra. Assim o nanossatélite também traz outras possibilidades, entre elas, negócios ligados à conectividade, como Cidades Inteligentes, monitoramento da agricultura e pecuária em locais afastados, informações que contribuam na prevenção de tragédias naturais, como enchentes e deslizamentos de terras.

Sobre a EMBRAPII A EMBRAPII é uma Organização Social com Contrato de Gestão com os Ministérios de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Educação (MEC) e Saúde. A instituição garante, com recursos não reembolsáveis, parte do valor total do projeto da empresa que deseja inovar. Para viabilizar o desenvolvimento, coloca à disposição mais de 70 Unidades EMBRAPII (distribuídas pelo país) – centros de pesquisa de ponta credenciados na rede de inovação. Cerca de 900 empresas já receberam este apoio totalizando o desenvolvimento de mais de 1.300 projetos com R$ 1,8 bilhão em investimentos.

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