Foto: Reprodução da internet

Bomtempo se pronuncia após indeferimento de liminar

Ele afirma que a ação que está sendo analisada não se deu por ato ilegal, foi, inclusive, legitimado por lei aprovada na Câmara Municipal.

Após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferir um recurso especial liminar em favor de Rubens Bomtempo, o candidato se pronunciou a respeito da ação que causou sua impugnação nas eleições municipais. O pedido do ex-prefeito de Petrópolis e mais votado nas eleições deste ano, era para que o Tribunal concedesse a autorização para que ele fosse diplomado, junto aos vereadores nesta sexta-feira (18).

No pedido, Bomtempo destacou que a não suspensão do acórdão recorrido, ou seja, a decisão do TRE-RJ que indeferiu sua candidatura, “acarretará grave prejuízo não só ao seu direito de ser diplomado para o cargo que foi eleito, mas a toda a sociedade petropolitana, que ficará sem chefe do executivo no meio da maior crise sanitária dos últimos séculos”.

O pedido mencionava ainda questões como rápida implementação de plano de contingência para o enfrentamento de chuvas que costumam atingir a cidade em janeiro, integral dedicação e organização por parte do Poder Público.

Segundo Bomtempo, seus adversários resolveram criar uma “fábrica de processos contra” ele. Ele afirma que a ação que está sendo analisada não se deu por ato ilegal, foi, inclusive, legitimado por lei aprovada na Câmara Municipal.

Confira o pronunciamento de Rubens Bomtempo:

“Em toda a minha vida, nunca fui condenado por desvio de dinheiro público ou enriquecimento ilícito. Ao contrário: quando estive à frente da Prefeitura de Petrópolis, implantamos políticas públicas, criamos uma rede de proteção social, fizemos obras que mudaram a cara da cidade – e isso tudo sem permitir que quadrilhas saqueassem os cofres públicos.

Infelizmente, no entanto, desde 2012 meus adversários resolveram criar uma verdadeira fábrica de processos contra mim. Em vez do bom debate, tentam, a todo custo e a qualquer preço, manchar a minha reputação.

É importante que Petrópolis saiba: a ação que está sendo analisada não se deu por ato ilegal, mas por fazer um parcelamento nos repasses da Prefeitura para o Instituto de Previdência dos Servidores – dois entes públicos. Esse ato foi, inclusive, legitimado por lei aprovada na Câmara Municipal. Um processo no qual jamais poderia caber enriquecimento ilícito. Algo assim não se viu nem sequer na ditadura militar. O caso foi julgado na primeira instância por um juiz que nem vive em Petrópolis, e pior: não tive a chance plena de defesa, uma vez que meu advogado estava com problemas de saúde e não recorreu da ação.

Tive o registro da minha candidatura aceito pela Justiça Eleitoral em Petrópolis, no dia 19 de outubro. Apresentei a certidão de quitação eleitoral, que provou que eu poderia votar e ser votado. Fui para as ruas.

Agradeço a todos os petropolitanos que me conhecem e sempre estiveram ao meu lado no combate às desigualdades e às injustiças. Agradeço ao meu companheiro de chapa, Paulo Mustrangi; ao meu partido, o PSB; à nossa militância; a todos que nos apoiaram no primeiro e no segundo turno; e à minha família, que me apoiou em todos os momentos.

Feliz Natal, Petrópolis. Em 2021, continuaremos juntos!”

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