Bombeiros programam uso de sonar nas buscas por jovem petropolitano que desapareceu no mar

A família fez um apelo. “Se alguém souber de algum hospital próximo ao ocorrido que tenha recebido algum corpo encontrado no mar, que possa entrar em contato com a família. Não sabemos mais o que fazer”.

As buscas pelo jovem petropolitano Maxwell Silva, de 20 anos, já duram mais de 60 horas, na Barra da Tijuca. O soldado do exército está desaparecido desde a madrugada de domingo (6), quando entrou no mar, no retorno do posto 8, por volta das 3h. Segundo a família da vítima, os procedimentos de buscas do Corpo de Bombeiros vão contar, a partir de amanhã, com um Sonar, equipamento utilizado para a detecção e localização de objetos no fundo dos oceanos.

Morador do bairro Mosela, Maxwell estava a passeio com amigos no Rio de Janeiro no dia do incidente. “Ele sumiu na água em questão de segundos. É um sentimento que não sabemos explicar, uma angústia muito grande”, disse o amigo Peter Xavier, de 20 anos.

Na tarde desta terça-feira (8), parentes próximos à vítima divulgaram um texto reforçando a esperança em encontrar o jovem.

“Apesar de termos sido informados que não há chances dele ser encontra em vida, ainda confiamos que a última palavra vem de Deus”, dizia o relato.

Na publicação, a família ainda fez um apelo. “Se alguém souber de algum hospital próximo ao ocorrido que tenha recebido algum corpo encontrado no mar, que possa entrar em contato com a família. Não sabemos mais o que fazer”.

E ainda concluiu pedindo forças para que o jovem seja encontrado. “Nem que seja para termos o corpo dele para uma última despedida. Permanecemos unindo forças e crendo que, pelo menos, o corpo será encontrado. É um momento ardo e de muita dor. Estamos todos aflitos. Unam a fé de vocês à nossa”, concluiu.

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