Os beneficiários do Aluguel Social pagos pelo Governo do Estado têm até o próximo dia 25 para realizar o processo de recadastramento a fim de manter o recebimento do benefício ativo. No município, são 752 pessoas que recebem R$ 500 mensais por terem perdidos as suas casas nas chuvas de 2011. A segunda fase de atualização dos dados, que começou em março, por Itaipava, recadastrou 715 famílias. O processo foi prorrogado e está sendo feito diariamente na Secretaria de Assistência Social, localizada no Centro Administrativo da prefeitura, na Avenida Barão do Rio Branco, de 9 às 16h.

De acordo com a secretária de Assistência Social, Denise Quintella, o processo é fundamental para que o município possa manter atualizados todos os dados. Após o fim do período de recadastramento, um ofício é repassado ao Estado, que passa a monitorar as informações.

“O não comparecimento pode acarretar na suspensão do benefício pelo Estado. Então, é importante que as pessoas estejam sempre atentas aos prazos e documentos necessários para que não fiquem sem o valor do Aluguel Social”, disse a secretária.

Desde março, quando foi realizada a primeira fase do recadastramento, até esta segunda-feira (21.05), 715 famílias atualizaram os dados. “É importante que as pessoas estejam atentas e não percam esse processo. Algumas foram convocadas por telefone, outras tivemos apoio dos CRAS, mas aqueles que virem a divulgação podem comparecer à Secretaria. Vale reforçar que esse recadastramento é apenas para o aluguel pago pelo Governo do Estado”, afirma Priscila Freire, responsável pelo programa Aluguel Social.

Sobre o benefício:

O Aluguel Social é um benefício assistencial de caráter temporário, instituído no âmbito do Programa Estadual Morar Seguro, destinado a atender necessidades originados da remoção de famílias domiciliadas em áreas de risco, desabrigadas em razão de vulnerabilidade temporária, calamidade pública ou em razão de Obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), sendo coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), por meio da Superintendência de Políticas Emergenciais (SUPEM).

Para se recadastrar, é necessário levar documentos e cópias do: RG, CPF, Número de Identificação Social (NIS), Carteira de Trabalho ou contracheque, laudo de interdição do imóvel e comprovante de residência do titular ou companheiro.