Belo terá dados acessados pela polícia por recomendação da justiça

Com a decisão da magistrada, publicada na última quarta-feira (3), os agentes da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) e os peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) ficam autorizados a extraírem dados e acessarem os conteúdos.

A juíza Ana Helena Mota Lima Valle, da 26ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, deferiu a quebra do sigilo de dados telefônicos, de informática e telemática dos equipamentos eletrônicos apreendidos.

Com a decisão da magistrada, publicada na última quarta-feira (3), os agentes da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) e os peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) ficam autorizados a extraírem dados e acessarem os conteúdos dos celulares apreendidos durante a operação que investigava possível infração de medida sanitária, crime de epidemia, invasão de prédio público e associação criminosa.

Ao serem presos, no dia 16, Belo, Célio e Joaquim foram alvos também de mandados de busca e apreensão, concedidos no Plantão Judiciário, em seus endereços, que determinava que fossem apreendidos “elementos de prova que ou de prática criminosa que corroborem a participação dos acusados nos crimes apurados”. Menos de 24 horas depois da ação, um habeas corpus concedeu a liberdade ao trio e a juíza Ana Helena também acabou por também revogar as prisões.

Nesta quarta-feira, Ana Helena determinou que o delegado Gustavo de Mello de Castro, titular da DCOD, seja intimado pessoalmente para que seja informado do teor da decisão que autoriza a quebra de sigilo dos dados dos aparelhos apreendidos durante a operação.

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