Bares, lanchonetes e restaurantes deverão indicar a quantidade de sal nos produtos de consumo imediato

Medida também vale para as cantinas das escolas públicas e privadas de ensino
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A quantidade de cloreto de sódio ou sal existente nos produtos de consumo imediato e o percentual deste em relação à quantidade diária de ingestão recomendada pelo Ministério da Saúde deverão ser informados aos clientes de bares, lanchonetes, restaurantes e cantinas de escolas públicas e privadas. A determinação é do projeto de lei 3.071/17, do ex-deputado Átila Nunes, que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) vota nesta terça-feira (01/12), em discussão única. Caso receba emendas parlamentares, o texto sairá de pauta.

Os dados deverão ser divulgados nos cardápios e tabelas nutricionais. A proposta complementa a Lei 6.590/13, que já obriga esses estabelecimentos a informar aos clientes os seguintes dados sobre os produtos de consumo imediato: calorias; presença de glúten; concentração de carboidratos, inclusive a lactose, e o total de triglicerídeos, colesterol, fibras e sais minerais como cálcio, ferro, potássio e vitaminas.

Segundo o novo projeto, os estabelecimentos terão que adaptar seus cardápios para que os mesmos contenham as informações instituídas na norma, as quais deverão ser legíveis ao consumidor e destacadas como advertência ao consumo do produto.

Fonte: Alerj

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