A história começa nas décadas de 50 partindo da ideia de Ruth Handler e o seu marido Elliot Handler com a ideia de criar boneca adulta, baseada num brinquedo alemão chamado Bild Lilli que conheceu durante sua viagem para a Europa.

Assim que voltou Ruth redesenhou juntamente do designer Jack Ryan e deu  nome de Bárbara e encurtado para Barbie em homenagem a sua filha. Seu lançamento oficial aconteceu em uma feira onde foi vendida a 3 dólares. Foram produzidos de imediato cerca de 340.000 exemplares. A partir desse sucesso, milhares de coleções ganharam destaque e conquistaram o mundo.

Com todo o lucro que a boneca gerava, a empresa resolveu investir em edições especiais e limitadas, devido a quantidade de fãs que a boneca já havia ganhado, versões exclusivas para alguns países, barbies especiais para filmes, teatro e televisão, bonecas vestindo roupas desenhados por estilistas renomados como Givenchy, Christian Dior, Coco Chanel, Donna Karan, Giorgio Armani e marcas reconhecidas como Gucci ou a Levi’s‘. Além de bonecas com mais de 150 profissões, apresenta ndo a ideia de que você pode ser o que quiser. Além da Boneca, a imagem da barbie começou a ser divulgada através das mídias. Mais de 40 filmes, séries animadas, revista em quadrinhos, jogos para video-games.

No decorrer de sua trajetória Barbie fez amizades como Midge,  Teresa, Summer, Nikki , Raquelle e Grace e iniciou um relacionamento com o Ken (porém se divorciaram após 43 anos de relacionamento) e uma primeira irmã caçula, a Skippe, logo após  Tutti e Todd, Stacie, Kelly e Krissy.

Há quem diga que a Barbie é uma péssima influência nos dias de hoje uma vez que ela apresenta um padrão estético: Loira, alta e magra. Entretanto deve considerar que a mesma é muito mais que uma boneca esteticamente perfeita. Ela propõe a imagem forte da mulher que ela traz consigo uma estabilidade financeira, que não precisa de ninguém para conquistar seus objetivos e consegue ser o que quiser, desde uma modelo até mesmo uma astronauta ou candidata à presidência dos Estados Unidos. Os traços feminista em uma mulher que saiu de casa nos anos 80, não se casou, não possui filhos e é livre para escolher a carreira que deseja quando quer é uma boa influência para as jovens.