Divulgação / Programa Minha Casa Minha Vida

Bailes funk e homens armados são frequentes em condomínios do Minha Casa, Minha Vida em Maricá

Muitos moradores dizem ter se acostumado com a rotina do medo, outros querem se livrar dos apartamentos e acabam fazendo locações e vendas ilegais dos imóveis.

Bailes funk organizados por traficantes nos finais de semana, em condomínios do programa de habitação “Minha Casa, Minha Vida”, em Maricá, na Região dos Lagos do RJ, tem deixado os moradores aterrorizados.

Moradores dos condomínios localizados nos distritos de Itaipuaçu e de Inoã sofrem com os transtornos causados pelos bailes clandestinos. Além das festas que costumam acontecer todos os finais de semana, os moradores temem por suas vidas por conviverem com o tráfico de drogas.

Não é de hoje que a violência vira notícia nestes conjuntos habitacionais. Em março de 2018, no condomínio que fica em Itaipuaçu, cinco jovens foram assassinados na área comum, próximo de uma quadra de esportes. Segundo a Polícia Civil, os crimes estariam ligados às milícias e tráfico ilícito de entorpecentes são prioridades da Instituição. Em uma coletiva de imprensa realizada na época, a polícia disse, que de acordo com relatos e formas de atuação, chegou-se à conclusão de que havia um grupo paramilitar atuando na região.

Os moradores destes condomínios disseram ainda que bandidos se utilizam de armamento pesado. Eles costumam ficar nas portas dos apartamentos e fumam maconha 24 horas por dia, no meio do condomínio, mesmo com crianças por perto.

Muitos moradores dizem ter se acostumado com a rotina do medo, outros querem se livrar dos apartamentos e acabam fazendo locações e vendas ilegais dos imóveis.

*Com informações do LSM

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