Créditos: REUTERS/Kai Pfaffenbach

Atleta afegã impedida de ir às Paralimpíadas pede ajuda para ir aos Jogos

Ela iria se tornar a primeira mulher dos Emirados Árabes Unidos a competir no evento.
Compartilhe
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no twitter

A atleta afegã Zakia Khudadadi pediu ajuda, nesta terça-feira (17), enquanto tentava escapar de Cabul, para poder competir na Paralimpíadas e realizar seu sonho de se tornar a primeira mulher de seu país a competir no evento. Na segunda-feira (16), o Comitê Paralímpico Afegão disse que seus dois paratletas não poderão comparecer aos Jogos que se iniciam no dia 24 de agosto em Tóquio, por causa do caos que se seguiu à tomada de poder do Taliban.

A lutadora disse em uma mensagem de vídeo enviada de Cabul, e encaminhada à Reuters pelo chefe de missão do Comitê Paralímpico Afegão radicado em Londres, Arian Sadiqi, que se sente “aprisionada”. Ela está hospedada com parentes, mas não se sente confiante para treinar, fazer compras ou saber de outras pessoas. Ela acrescentou que se sente um fardo adicional para familiares que não têm o suficiente para alimentar os próprios filhos.

“Peço a todos vocês, sou uma mulher afegã, e como representante das mulheres afegãs peço a vocês que me ajudem”, declarou. “Minha intenção é participar dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, por favor, estendam-me a mão e me ajudem”, concluiu.

Khudadadi e o praticante de atletismo Hossain Rasouli deveriam ter chegado à capital japonesa nesta terça-feira, mas não conseguiram voos.

Os insurgentes dominam as maiores cidades e agora comandam a maior parte do Afeganistão.

Compartilhe
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no pinterest
Pinterest
Compartilhar no twitter
Twitter

veja também

Comentários estão fechados.