Créditos: Carlos Garcia Rawlins/REUTERS

Antidoping de Tandara retorna positivo para anabolizante e atleta voltará para o Brasil

Teste foi realizado em julho, antes do início dos Jogos Olímpicos.
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A Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) divulgou, nesta sexta-feira (6), comunicado informando que foi constatada a presença da substância proibida Ostarina em exame antidoping realizado na atleta da seleção brasileira feminina de vôlei, Tandara Caixeta, antes do embarque para a Olimpíada de Tóquio 2020.

De acordo com a entidade, a coleta do material biológico da atleta foi feita no dia 7 de julho de 2021, no Centro de Treinamento da equipe, em Saquarema-RJ, junto à coleta das outras atletas. Nessa quinta-feira (5), o resultado do Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem (LBCD) confirmou a presença da substância anabolizante que, pelo Código Brasileiro Antidopagem, implica na aplicação obrigatória de uma suspensão provisória.

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) foi notificado pela ABCD sobre o caso e desligou a jogadora da seleção de vôlei feminino, horas antes da semifinal da Olimpíada. O Brasil venceu a Coreia do Sul na semifinal por 3 sets a 0, nesta sexta-feira (6), sem a presença de Tandara.

Depois do desligamento, Tandara Caixeta divulgou nas redes sociais uma nota dizendo que está trabalhando em sua defesa e só se manifestará após a conclusão do caso. Ela já está voltando ao Brasil. Segundo a ABCD, a Ostarina é uma substância que pertence a classe de agentes anabolizantes, proibidos em competição e fora de competição pela Agência Mundial Antidopagem (AMA-WADA).

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