Mauro Pimentel / AFP

Anthony Garotinho terá seu nome mantido na urna eletrônica mesmo após a decisão da inelegibilidade Presidente do TRE-RJ divulga comunicado oficial sobre situação da candidatura de Garotinho

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O TRE-RJ divulgou na tarde desta quinta-feira (27) comunicado oficial sobre o impedimento da candidatura de Anthony Garotinho ao cargo de Governador do Estado do Rio de Janeiro. No comunicado, o desembargador Carlos Eduardo da Fonseca Passos explica que o pedido de registro de candidatura foi novamente indeferido sob justificativa de condenação criminal transitada em julgado, de modo que o candidato está inabilitado tanto para votar quanto para ser votado.

Ainda de acordo com o comunicado, não será possível fazer a exclusão do nome do candidato das urnas eletrônicas, pois o prazo para esta alteração se extinguiu no dia 19 de setembro. Além disso ainda há possibilidade de recurso pelo candidato.

Em uma entrevista concedida à imprensa na tarde desta quinta-feira, Anthony Garotinho voltou a dizer que é vítima de uma perseguição que envolveria o Judiciário fluminense.

Para tentar reaver a sua elegibilidade, a defesa de Garotinho pretende encaminhar ao TSE um pedido de efeito suspensivo da ação que acusa Garotinho por improbidade administrativa. Enquanto isso, uma outra ação será encaminhada ao STF para tratar de uma ação criminal já julgada, que o condena por acusações contra o juiz federal Marcelo Leonardo Tavares.

Confira o comunicado divulgado pelo TRE-RJ:

O presidente do TRE-RJ, desembargador Carlos Eduardo da Fonseca Passos, vem apresentar, aos eleitores em geral e demais interessados, o seguinte comunicado oficial:

“Em julgamento realizado no Tribunal Superior Eleitoral na data desta quinta-feira (27 de setembro), foi mantido o indeferimento do pedido de registro de candidatura, ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, de Anthony Garotinho, sendo confirmada a decisão proferida pelo TRE-RJ.

Anthony Garotinho se encontra com os direitos políticos suspensos, em decorrência de condenação criminal transitada em julgado, de modo que está inabilitado tanto para votar quanto para ser votado.

Tendo em vista que o sistema de candidaturas já se encontra fechado desde 19 de setembro e que o processo de inseminação já foi deflagrado, não é possível, no presente momento, a exclusão do nome do outrora candidato das urnas eletrônicas, até mesmo porque ainda não exauridas as vias judiciais.

Dessa forma, sua situação continuará constando, na urna eletrônica, como ‘indeferido com recurso’ e, eventuais votos a ele destinados, serão considerados nulos, a menos que a decisão do TSE seja revertida.”

Crédito da foto: Mauro Pimentel / AFP

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