O pequeno Francisco Martins Campeão Garrido nasceu com atrofia muscular espinhal, doença genética que é conhecida como AME. A história de Francisco comoveu doadores de todo o Brasil e sua luta tem deixado um legado importante para a sociedade. Nesta segunda-feira (10/12) a família de Francisco comemorou uma conquista: a medicação SPINRAZA vai ser incorporada pelo SUS. A decisão ainda será publicada no Diário Oficial até o final do ano, mas por lei, o SUS tem até 180 dias para começar a disponibilizar este tratamento. Ainda tem também outros trâmites e protocolos para a implementação pelos hospitais, centros de armazenamento e distribuição.

Infelizmente o tempo não para e Francisco continua precisando da dose do medicamento e não pode esperar esse tempo de implementação. Francisco precisa receber mais uma dose do SPINRAZA e a família pede ajuda para conseguir comprar o medicamento que custa R$ 277 mil reais, sem os impostos. Dessa vez, a família conseguiu a isenção do ICMS, o que facilitará a compra. A arrecadação chegou, até o momento, no valor aproximado de R$ 81 mil e para que Francisco consiga ser medicado há tempo, a campanha de arrecadação de fundos continua.

Para doar, a família disponibiliza contas em vários bancos. Confira:

Francisco Martins Campeão Garrido
CPF: 082.274.931-90
. Itau => Agência: 2799 | Conta Poupança: 06304-1/500
. Banco do Brasil => Agência: 4560-8 | Conta Poupança: 300-x (var 51)

Daniela Martins Bringel Garrido (mãe do Francisco)
CPF: 944.056.111-49
. Bradesco => Agência: 1066-9 | Conta Corrente: 1595-4

Os pais do pequeno Francisco falaram sobre o sentimento após receber a ajuda de tantas pessoas. “A palavra que a gente tem para este pessoal todo é gratidão. Não existe outra palavra para falar o momento que a gente passa“, explicou o pai do menino, Flávio Garrido.

O Francisco é minha inspiração. Então, às vezes o dia pode estar ruim, né? E quando você chega e você vê ele e mesmo com toda a dificuldade ele sorri. Não tem preço. Por ele eu faço tudo“, conta a mãe, Daniela Garrido.

A esperança dos pais é que com o tratamento ele possa ficar mais tempo longe e quem sabe até abandonar completamente um equipamento que ajuda na respiração.

A estimativa é que no Brasil surjam 300 novos casos por ano de pessoas com AME, sendo que 60% destes diagnósticos são de do tipo 1, considerado o mais grave, que é similar ao caso do Francisco.

Crédito da foto: Reprodução da internet / Página AME Francisco no Facebook