Supermercados falam sobre risco de desabastecimento de mercadorias em Petrópolis

O problema começa a se agravar, tendo em vista a estipulação para a quantidade máxima de compra de alguns itens.

A alta no preço dos alimentos básicos que compõem a cesta básica dispararam em todos os supermercados do país. Há alguns meses, o saco de arroz composto por cinco quilos, era vendido entre R$ 10 e R$ 18. Atualmente, o valor mínimo do produto é R$ 19, podendo chegar a até R$ 40. O problema começa a se agravar, tendo em vista a estipulação para a quantidade máxima de compra de alguns itens.

De acordo com Sérgio Sobral, gerente do Super Terê Frutas, do Alto da Serra, ainda não há risco para o desabastecimento de mercadorias.

“Tudo normalizará em breve. Temos a dificuldade no recebimento de poucos itens, como por exemplo, o queijo. Já a estipulação de preço que chega a acontecer, não é por questão de escassez, porém, de ofertas, para que o máximo de pessoas aproveitem preços mais baixos”, explicou.

Para Nilton Alves, gerente do Bramil, ainda não existe um risco eminente para a falta de alimentos nas prateleiras.

“Sempre trabalhamos com uma reserva elevada no estoque. Porém, se deixamos que o cliente leve em excesso, seremos obrigados a comprar os alimentos por um preço mais elevado, prejudicando o consumidor final. Por enquanto, tudo sob controle. Porém, estamos atentos às possíveis faltas de itens como arroz e leite”, disse.

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