Foto: Divulgação/ASCOM

Projeção de trovas no Obelisco marca o lançamento do “CDC Por Aí”

Segundo o prefeito interino Hingo Hammes, o objetivo da ação é valorizar o potencial criativo da cena cultural da cidade e fomentar o acesso a cultura pela população da cidade.
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Uma homenagem ao Dia do Trovador – celebrado no domingo (18/07) – marcou a abertura do “CDC Por Aí”, projeto lançado pela prefeitura na noite de ontem (19) no Obelisco. Ao todo, 23 artistas tiveram suas Trovas projetadas no ponto turístico. Segundo o prefeito interino Hingo Hammes, o objetivo da ação é valorizar o potencial criativo da cena cultural da cidade e fomentar o acesso a cultura pela população da cidade.

Um desses artistas é o petropolitano Luiz Carlos Rodrigues Soares, de 75 anos, que acompanhou a projeção no Obelisco. Ele se dedica há mais de três décadas ao gênero literário. “Acompanhar a minha arte sendo exposta dessa maneira é algo muito bom. É uma emoção muito grande. Hoje o sentimento também é de dever cumprido. Também é bacana nessa ação levar arte para mais pessoas”, disse.

A responsável pelo projeto, Catarina Maul, destacou a presença dos artistas no dia do lançamento do projeto e exaltou a criatividade entre os artistas petropolitanos. “Cada vez mais, a arte necessita criar oportunidades de acessibilidade e de envolvimento do público. Hoje é um exemplo disso. Quem passa por aqui acaba olhando e ficando surpreso. Vamos explorar espaços conhecidos dos petropolitanos levando arte e cultura”, disse Catarina, que é gerente do Centro de Cultura.

A trova é um poema que contém apenas uma estrofe com quatro versos. Ela é um gênero literário que possui abrangência extensa através da União Brasileira de Trovadores, instituição que possui seções e delegacias espalhadas em todo o território nacional, inclusive em Petrópolis, sob a presidência da poetisa Catarina Santos, que sucedeu Roberto Francisco, que ficou à frente do movimento por mais de 40 anos.

Entre as Trovas exibidas no Obelisco estavam presentes as dos poetas Roberto Francisco, Catarina Santos, Marcia Alamino, Marina Branquinho Alves, Fernanda Forster, Rodolfo Andrade, entre outros. “O poder público quer dar mais espaço aos artistas e dar a chance do público conhecer um pouco mais daquilo que vem sendo produzido”, concluiu o presidente do Instituto Municipal de Cultura, Charles Rossi.

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