Pivô da Seleção Brasileira de Basquete, Kelly Müller, mobiliza atletas, treinadores e comunidades esportivas e lança o Olympic Global Alliance, nesta terça (23)

Lançamento será através de live com participação de Pedro Trengrouse, José Trajano e Lívia Prates

Nesta terça-feira (23/06), Dia Olímpico, a partir das 14 horas, através de uma live, a pivô Kelly Müller, ​bronze olímpico em Sydney-2000 pela seleção brasileira de basquete, ​lança ​a​ Olympic Global Alliance ​(Aliança Global Olímpica​), que tem como missão fazer com que todas as glórias que tantos atletas brasileiros e de outras nacionalidades já conquistaram, vêm conquistando e ainda haverão de conquistar, extravasem campos, quadras, piscinas e pistas, espalhando-se​ por salas e casas de famílias, crianças, idosos e pessoas com deficiência mundo afora, sejam de quaisquer classes, raças, nações ou origens.

O lançamento contará com palestras do Coordenador Acadêmico do Programa FGV/FIFA/CIES em Gestão de Esporte, Pedro Trengrouse; de Lívia Prates, coordenadora do Paradesporto do Vasco da Gama e live com o jornalista José Trajano, ex-apresentador da ESPN, além de vários nomes importantes do cenário esportivo nacional, ​incluindo ​alguns medalhistas olímpicos, como a jogadora de basquete Marta Sobral,  André Domingos, do atletismo, o astro da NBA, Alfred Horford, seu pai Tito Horford (ex-NBA), e sua irmã Maíra Horford, também jogadora de basquete; e o técnico de basquete Alberto Bial, entre muitos outros.

– ​A ​Olympic Global Alliance quer mudar o histórico da falta de cultura esportiva no Brasil. Queremos gerar conscientização da população para entender o esporte como ferramenta de transformação e desenvolvimento do nosso país – afirma Kelly Müller.

Na opinião da medalhista olímpica, o esporte é sem fronteiras, ao contrário do mundo ao qual ele ensina inestimáveis e infindáveis lições. Supera barreiras, avança, levando sua bandeira única de integração, unidade, ausência de preconceitos e sonhos que preenchem as cabeças de bilhões de pessoas.

– Esta é a Olympic Global Alliance. Juntem-se a nós! Mesmo que vocês não tenham sido grandes campeões ou medalhistas, ajudem a formar campeões e medalhistas no esporte da vida – convoca Kelly Müller.

O medalhista olímpico do atletismo André Domingos ​atendeu ao chamado​. ​Ele​ ressalta a importância do projeto, afirma que isso já deveria ter sido feito há muito tempo e completa:

– Estou de pleno acordo com a ideia da Kelly. Uma ideia inovadora dentro do nosso país, que veio para ficar e para que possamos olhar o horizonte e almejar algo melhor e maior. Com certeza absoluta​,​ é um projeto muito sério, com muito engajamento para um trabalho forte com o esporte. Fazer com que o esporte e os atletas sejam respeitados, que as pessoas vejam o esporte de uma outra atmosfera, de um ângulo positivo, de crescimento. Não tive a menor dúvida de me integrar no projeto quando fui chamado pela Kelly.

Outra atleta que atendeu ao chamado de Kelly Müller foi Marta Sobral, prata na Olimpíada de Atlanta-1996 e bronze em Sydney-2000, ambas pela seleção brasileira de basquete.

– Sou amiga e fui companheira de quadra da Kelly e quando ela me disse o objetivo do projeto, aceitei na hora, porque precisamos sim nós engajar e defender os direitos das minorias nos diversos segmentos, que hoje não têm voz. A Olympic Global Alliance será essa voz que está faltando. Temos

muito trabalho a fazer pela frente e vamos nos empenhar e nos engajar com muito afinco, e desta forma contribuir para um mundo melhor e mais justo para todos – garante Marta Sobral.

Para o técnico de basquete Alberto Bial, o projeto OGA é tão importante e relevante, que ele aceitou o convite para se integrar assim que ​o​ recebeu.

– Qualquer movimento que envolve o esporte me interessa muito​,​ e essa jornada se iniciou para mim assim que recebi o convite. Já estou pensando e estudando de que forma eu posso colaborar juntamente com toda essa equipe que está sendo construída para nos mobilizarmos em prol de um mundo melhor. A ideia do esporte sempre foi essa, de formar, preparar e inspirar as pessoas a se tornarem cidadãos melhores, com igualdade. E, hoje, não podemos deixar de pensar que temos que incluir todas as pessoas nascidas neste planeta tenham a oportunidade de conhecer o esporte dentro de uma maneira ou de outra, dentro de uma escola, de um projeto social ou de um clube – declara Alberto Bial, ​que​ acrescenta:

– Um dos pontos do projeto que mais me sensibilizou foi o movimento da igualdade, porque sou filho de imigrantes, que fugiram da guerra. ​Desde​ muito cedo percebi o quanto era difícil essa questão da imigração, que hoje se tornou um problema sério em muitas partes do mundo. Isso sem falar na questão racial, que é muito feia e discriminatória. A desigualdade é terrível. Por isso, precisamos redescobrir a solidariedade e chamar atenção das pessoas através do esporte, como propõe o projeto da Kelly.

Para se integrar a Olympic Global Alliance basta acessar o site do projeto https://olympicglobalalliance.org/ e se inscrever.

 

Olympic Global Alliance na web:

https://olympicglobalalliance.org/

www.instagram.com/olympicglobalalliance/

www.facebook.com/olympicglobalalliance/

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