O aniversário de Santos Dumont será o tema do IMC nas Redes de hoje (21)

A mediadora da roda de conversa será Catarina Maul, gerente do Centro de Cultura, ligado ao Instituto Municipal de Cultura (IMC).
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O “IMC nas Redes – Conversas Culturais” de hoje (21) terá como tema o aniversário de Alberto Santos Dumont. O encontro virtual será transmitida nas redes sociais da prefeitura (Facebook e Youtube), às 19h, com a participação de Sylvio Costa Filho, Patrícia Souza Lima, Ana Carolina Maciel Vieira e Alberto Dodsworth Wanderley. A mediadora da roda de conversa será Catarina Maul, gerente do Centro de Cultura, ligado ao Instituto Municipal de Cultura (IMC).

“Muito importante para uma cidade onde Santos Dumont construiu sua única casa, termos a chance de falar sobre ele com especialistas, num dia após seu aniversário. Teremos a honra de contar com um familiar dele. Estamos muito felizes com a chance dessa live”, disse Catarina.

Sylvio Costa Filho é ator e atua já há duas décadas representando o personagem Santos Dumont em Petrópolis e outras cidades. Autor e ator em “Petrópolis em Revista” que contou os 150 anos de Petrópolis e da “performance” Bauerntheater que conta a vinda dos colonos alemães e os primeiros dias da colônia. Já Ana Carolina Maciel Vieira é museóloga e mestre em Memória Social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

Petropolitana e professora de História do CEFET/RJ campus Petrópolis desde 2015, Patrícia Souza Lima também é doutora em História Social pela UFRJ (2006). Desde a graduação em História pela UFF, concluída em 1997, foi pesquisadora em diversos projetos, como da elaboração do livro Uma casa muito encantada: a invenção arquitetônica de Santos-Dumont publicado pela editora Escrita Fina. Alberto Dodsworth Wanderley é economista e bisneto de Henrique Santos Dumont, irmão mais velho de Alberto.

Sobre Alberto Santos Dumont

Nascido em 1873, na Fazenda Cabangu, em João Gomes (hoje chamada de Santos Dumont), em Minas Gerais, o inventor escolheu a Cidade Imperial para construir seu imóvel de veraneio. Foi na “Encantada”, como a casa é chamada, que ele escreveu um de seus dois livros, a obra intitulada “O que eu vi e o que nós veremos”.

A casa que foi local de descanso para Santos Dumont foi construída em 1918. Naquela época, poucos imaginavam que o terreno íngreme que ficava bem na entrada da Rua do Encanto, no Centro da cidade, poderia abrigar uma moradia. Considerado visionário, ele desenhou e planejou, com a ajuda do engenheiro Eduardo Pederneiras, seu chalé. Quem sobe as escadarias e entra na imóvel consegue notar de cara que se trata de uma casa especial. Para entrar, só é possível com o pé direito, em função do formato das escadas criadas por Santos Dumont.

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