Reprodução

Cineclube de Petrópolis promove ‘cinema em casa’ com sessões gratuitas

A Teia 360º terá quatro sessões, uma em cada sábado do mês de agosto.

Uma iniciativa que promete fazer a diferença no cenário cinematográfico durante esta pandemia da covid-19, levará a cultura para dentro das nossas casas durante o mês de agosto. O Cinema 360°, um cineclube de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, em atuação desde 2008, promoverá a partir do próximo sábado (8) uma programação gratuita e online, projeto intitulado de a Teia 360º.

A Teia 360º terá quatro sessões, uma em cada sábado do mês de agosto. Além dos curta e longa metragens, o público também poderá conferir uma micros série, que será a responsável por iniciar cada sessão.

As produções serão disponibilizadas no canal oficial do cineclube e nas redes sociais.

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO
Sessão 1
08/08/2020, sábado, das 20h às 22h

“Uma noite do século” Episódio 1 – Solfieri de Adriane Diegues, ficção, 06’36”, RJ, 2017.
Sinopse: Microsérie baseada no livro Noite na taverna, do Álvares de Azevedo. Produzido pelos alunos do Ensino Médio Integrado em Áudio e Vídeo do C.E. D Pedro II.

“Ogan Bangbala Toques de Aquarela” de Ilana Paterman Brasil – Reprodução

“Ogan Bangbala Toques de Aquarela” de Ilana Paterman Brasil, documentário, 15’12”, RJ, 2017.
Sinopse: Curta-metragem artístico-documental que revela um pouco de Ogan Bangbala, Ogan de Candomblé mais antigo do Brasil. Com inserções de animações a aquarela das danças dos orixás, dançadas por sua esposa, Makota Arrungindala.

“Se o mar chegasse aqui” de Mariana Medeiros, ficção, 09’58”, RJ, 2017.
Sinopse: E se o mar chegasse aqui? Filme produzido durante a Oficina de Realização em Audiovisual do projeto Uma câmera na mão e Petrópolis na cabeça.

“Cascudos” de Igor Barradas, ficção, 18’, RJ, 2018.
Sinopse: Pedrinho adora jogar seu fliper, mas as vezes os moleques da Vila Ideal estão lá e pedem para jogar uma vida. Um dia Pedrinho diz não e vai sentir na pele as desigualdades de nosso Brasil.

Documentário “Nos Jardins do Museu Imperial” de Beatriz Galvão – Reprodução

“Nos Jardins do Museu Imperial” de Beatriz Galvão, documentário, 64”, RJ, 2019.
Sinopse: O filme “Nos Jardins do Museu Imperial”, investiga e narra a história do Jardim do Imperador através das memórias de seus frequentadores, desde os ilustres moradores do Palácio Imperial do século XIX, às pessoas comuns.

Sessão 2
15/08/2020, sábado, das 20h às 22h

“Uma noite do século” Episódio 2 – Johan de Gabriel dos Santos, ficção, 06’59”, RJ, 2017.
Sinopse: Microsérie baseada no livro Noite na taverna, do Álvares de Azevedo. Produzido pelos alunos do Ensino Médio Integrado em Áudio e Vídeo do C.E. D Pedro II.

“Dia Logo” de Beatriz Ohana e Sophia Ázara, videoarte, 09’23’’, RJ, 2019.
Sinopse: Através da colagem e de recursos criativos de montagem e efeitos sonoros, a peça de vídeo arte aborda as mais diversas dimensões do diálogo e das relações humanas na vida cotidiana.

“Terra de Lírios” de Matheus Teixeira, ficção, 04’50”, RJ, 2020.
Sinopse: Vivendo em dois mundos diferentes dentro da mesma casa, mãe e filho experimentam sensações, medos e percepções também distintas. Terra como piso básico para a realidade de um é vista como elemento de incerteza, de descontrole e de ameaça para o outro.

“Cascatinha” de Fernanda Almeida, documentário, 09’12”, RJ, 2016.
Sinopse: “Cascatinha” conta de forma breve a história do clube fundado no bairro homônimo de Petrópolis-RJ no início do século XX através dos olhos de Lézio, que chegou ao clube na década de 50 e nunca mais saiu.

“Ordenha” de Diana Iliescu, ficção, 12’16”, RJ, 2016.
Sinopse: Jovem garota prefere se alimentar de produtos cosméticos ao invés de viver uma ardente paixão. Ou Ordenha, os leites que alimentam uma mulher.

“TV Olho” de Rodrigo Dutra. Documentário, 64’, RJ, 2018.
Sinopse: TV OLHO é um documentário em plano sequência que conta a história da primeira Tv Comunitária do Brasil.

Sessão 3
22/08/2020, sábado, das 20h às 22h

“Uma noite do século” Episódio 3 – Claudius de Élerson Tuza, ficção, 14’13”, RJ, 2017.
Sinopse: Microsérie baseada no livro Noite na taverna, do Álvares de Azevedo. Produzido pelos alunos do Ensino Médio Integrado em Áudio e Vídeo do C.E. D Pedro II.

“A missão dos magos” de Mariana Rocha – Reprodução

“A missão dos magos” de Mariana Rocha, documentário, 22’37”, RJ, 2019.
Sinopse: O festejo de Folia de Reis, trazido ao Brasil pelos portugueses, é comemorado até hoje em diversos municípios do interior do Rio de Janeiro, mas em Petrópolis resiste nas memórias de Seu Eugenio, Seu Jorge e Seu Juquinha, nossos três entrevistados.

“Rolezin da Liberdade” de Lorran Kasesky, documentário, 08’32”, RJ, 2017.
Sinopse: O filme aborda a realidade do movimento de ocupação da Praça da Liberdade, trazendo à tona a discussão do espaço público e a segregação sócio espacial.

“Quindins” de David Mussel e Giuliana Danza, animação, 09’17”, RJ, 2010.
Sinopse: Retrata a história de uma esposa dedicada, que decide parar de comer quindins para salvar a vida do marido. Mas, no leito de morte, ele revela um grande segredo que muda a vida do casal.

“Memórias do Subdesenvolvimento” de Alexandre Pena, documentário, 59’, RJ, 2015.
Sinopse: O Acervo Cesar Nunes e tantos outros acervos culturais do Brasil estão em situação de esquecimento. A questão do armazenamento digital, a valorização do futuro.

Sessão 4
29/08/2020, sábado, das 20h às 22h

“Uma noite do século” Episódio 4 – Bertram de Daphini Oliveira, ficção, 10’, RJ, 2017.
Sinopse: Microsérie baseada no livro Noite na taverna, do Álvares de Azevedo. Produzido pelos alunos do Ensino Médio Integrado em Áudio e Vídeo do C.E. D Pedro II.

“Fugere Urbem” de Pedro Guarilha, experimental, 6’, RJ, 2016.
Sinopse: A contemplação da fuga, do retorno, da paz e da calma.

“Se eu morrer,” de Pedro Eiras, documentário, 03’58”, RJ, 2020.
Sinopse: Um relatório entregue à OAB começava com essas três palavras: se eu morrer. Em suas páginas, o testemunho de uma mulher corajosa que desafiou os militares da ditadura e lutou até o fim pra preservar a memória dos perdidos e a história deste período sombrio.

“Um dia com os blacks que ainda existem” de Marcio Graffiti, documentário, 21’47”, RJ, 2017.
Sinopse: Um dia de bailes com figuras lendárias do soul carioca em um baile de Volta Redonda. Pessoas que se transformam em personagens que demonstram através da dança todo seu potencial criativo e explosivo.

“Guarany- Eu sou o menino do Cinema Paradiso” de Aline Castella, documentário, 16’16”, RJ, 2019.
Sinopse: A história de Jacy Guarany pelas lentes de memória de seu filho Gilberto. De mecânico de aviões a produtor. De professor de Física a DJ. Arte e tecnologia costurando laços profundos na formação da cultura fluminense.

“Em busca de um lugar comum” de Felippe Mussel, documentário, 80’, RJ, 2012.
Sinopse: Imerso nos passeios pela Favela da Rocinha, se investiga os desejos e as imagens envolvidas na construção deste disputado destino turístico. Um mercado que, atento às demandas, não cessa em projetar seus novos atrativos.

 

Cinema360°

Para quem não conhece, o Cinema360° é um conjunto de ações de produção, exibição e difusão de obras audiovisuais dos em salas de exibição, galerias e praças. O foco da programação de curta e longas metragens é o Cinema Nacional Independente ou de baixo orçamento, oferecendo ao público obras que geralmente ficam de fora das salas de exibição comerciais locais.

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