Foto: Agência Brasil

Aulas presenciais: representantes dos profissionais da educação e sociedade civil defendem retorno após vacinação

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Em meio à crise sanitária vivenciada em decorrência da pandemia de COVID-19, representantes dos profissionais da educação básica e superior e sociedade civil têm debatido sobre o momento ideal de retornos às aulas presenciais, suspensas em Petrópolis desde o início da pandemia.

Nesta segunda, em transmissão ao vivo nas redes sociais, diretores do SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação), do Sinpro (Sindicato dos Professores de Petrópolis e região) membros COMED (Conselho Municipal de Educação) e o vereador, escolhido para presidir a Comissão de Educação, Assistência Social e Direitos Humanos da Câmara, Yuri Moura, falaram sobre o retorno seguro às aulas presenciais. Para eles, isso só será possível após a imunização:

“Nossa posição é clara, não existe possibilidade de retorno das aulas presenciais antes da vacinação. Até lá, vamos seguir lutando por uma reformulação da plataforma utilizada pelo ensino municipal, mais condições tecnológicas aos alunos e por um apoio às escolas particulares nesse momento difícil”, disse Yuri.

Também na avaliação dos representantes dos sindicatos da educação, não é hora de retorno às atividades presenciais sem aumento exponencial da vacinação, já que, um retorno precipitado colocaria em risco ainda maior as vidas dos estudantes, profissionais da educação e seus familiares. Entretanto, é preciso aprimorar o ensino remoto:

 “É importante ressaltar que o sindicato (Sepe) está em reuniões e diálogo com a secretária de educação para melhorar as condições da plataforma e do ensino à distância, além de solicitar um chamado dos profissionais que fizeram processo seletivo, para que todas as turmas tenham professores e melhor qualidade no atendimento aos alunos”, ressalta Daniel Salomão, coordenador-geral do Sepe Petrópolis.

Rose Silveira, que faz parte do Conselho Municipal de Educação e integra um grupo de trabalho que está acompanhando o processo de retorno, também destacou que a saúde, neste momento, é prioridade:

“Foi unânime um documento que prevê o retorno às aulas somente após a vacina e cumprindo um plano de trabalho que siga todos os protocolos e seja escalonado, não permitindo um retorno presencial imediato. Precisamos garantir a saúde de toda comunidade escolar, da educação infantil ao ensino superior com representação de todos os seguimentos”.

O debate no início da semana resultou no lançamento de um abaixo-assinado virtual contra o retorno das aulas presenciais antes da vacinação. A carta já recebeu mais de 1100 assinaturas.

“Retorno das aulas presenciais somente com responsabilidade e segurança sanitária, o que alcançaremos com a disponibilização da vacina para os profissionais da educação e alunos.”, completou Frederico Fadini, presidente do Sinpro.

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