Acusado de esfaquear e atear fogo em advogada na Serra de Petrópolis é condenado a 45 anos de prisão

O homem havia acabado de sair da prisão quando cometeu o crime. Além da condenação atual, ele tem passagens por extorsão, roubo com arma de fogo, receptação, coação no curso do processo e já respondeu por estupro.
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Rogério dos Santos foi condenado a 45 anos de prisão, acusado de roubar, sequestrar e matar a advogada e designer de interiores Patrícia Sá Fortes, de 50 anos. O crime aconteceu em janeiro deste ano na subida da Serra de Petrópolis, onde o corpo de Patrícia foi encontrado.

Segundo as investigações da polícia, o crime aconteceu quando Patrícia saiu de uma festa com algumas amigas e foi para casa, em Itaipava, sozinha. Ao chegar em casa, Rogério, seu ex-funcionário, estava esperando-a no banheiro e rendeu a mulher pedindo um valor em dinheiro. Quando Patrícia reconheceu o criminoso como seu ex-funcionário, teve seus braços e pernas amarrados. Como a transferência do dinheiro foi feita por TED, o homem resolveu sequestrar a mulher até o valor cair em sua conta.

Patrícia foi transportada no porta-malas de seu próprio carro até a Comunidade do Arará, na cidade do Rio de Janeiro. Chegando lá. Rogério teria trocado de roupa e decidido voltar a Petrópolis. Na Serra, próximo ao Belvedere, o homem esfaqueou a vítima, ateou fogo e jogou o corpo em uma ribanceira.

O corpo da advogada foi encontrado alguns dias depois pela Polícia Civil, que estava investigando o sequestro desde que o sumiço foi registrado na delegacia. Com a ajuda da CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil), dados do carro da vítima foram cruzados com imagens de câmeras da Concer e chegaram até o homem, que estava na casa da namorada. Ele foi preso e mostrou onde estava o corpo da vítima.

Rogério nega já ter sido funcionário de Patrícia e afirma que cometeu o homicídio pelo dinheiro não ter entrado em sua conta.

O homem havia acabado de sair da prisão quando cometeu o crime. Além da condenação atual, ele tem passagens por extorsão, roubo com arma de fogo, receptação, coação no curso do processo e já respondeu por estupro.

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